DEPOIMENTOS

ORLANDO SENNA

Cineasta, escritor e gestor cultural. Codirigiu, com Jorge Bodanzky, o filme Iracema, uma transa amazônica (1974). Também dirigiu Diamante bruto e Longe do paraíso, entre outros. Coordenou a Escuela Internacional de Cine y TV, em San Antonio de Los Baños, Cuba, e foi Secretário do Audiovisual (2003-2007) no Ministério da Cultura do governo brasileiro.

HELENA IGNIEZ

Atriz e cineasta, atuou em filmes como o curta-metragem Pátio (1959) e os longas-metragens A grande feira (1961), O padre e a moça (1966), O bandido da luz vermelha (1968), A família do barulho (1970) e Antes do fim (2017). Dirigiu, entre outros, Luz nas trevas – a volta do bandido da luz vermelha (2010) e A alegria é a prova dos nove (2023).

ANTONIO PITANGA

Ator e cineasta, atuou em filmes como Bahia de Todos os Santos (1960), A grande feira (1961), Barravento (1962) e O pagador de promessas (1962). Dirigiu os filmes Na boca do mundo (1978) e Malês (2024).

SANTE SCALDAFERRI

Artista plástico, cenógrafo e ator, participou ativamente do movimento de cultura cinematográfica na Bahia nos anos 1960. Como ator, participou de filmes emblemáticos como A grande feira (1961) e O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969).

IZABEL MELO

Professora no curso de História na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), é autora dos livros “Cinema é mais que filme”: uma história das Jornadas de Cinema da Bahia (1972-1978) (2016) e Cinema, circuitos culturais e espaços formativos: novas sociabilidades e ambiência na Bahia (1968-1978) (2022). É coorganizadora da coletânea Memórias e histórias do cinema na Bahia (2024).

JOSÉ UMBERTO DIAS

Crítico e cineasta, organizou a edição póstuma do livro A história do cinema vista da província (1978), de Walter da Silveira, bem como os quatro volumes de O eterno e o efêmero, que reúnem os textos de Walter. Dirigiu os filmes O anjo negro (1972) e Revoada (2008), entre outros.

KÁTIA DA SILVEIRA ANDRADE

Kátia da Silveira Andrade é filha de Ivani e Walter da Silveira. Junto com sua irmã Tânia, trabalhou na preservação do acervo e memória do pai, a exemplo da organização do livro Walter da Silveira: o eterno e o efêmero (2006), com José Umberto Dias.

ROQUE ARAÚJO

Técnico, cineasta e conservador, atuou em diversos filmes baianos, especialmente nas obras de Glauber Rocha. Fundador do IRA – Instituto Roque Araújo, que reúne um acervo de equipamentos de cinema em Cachoeira e em Salvador, na Bahia. Dirigiu Glauber Rocha em defesa do cinema brasileiro (2012).